domingo, 23 de março de 2014

RESUMO;DAMÁZIO,M.F.M;FERREIRA,J.Educação Escolar de Pessoas com Surdez-Atendimento Educacional Especializado em Construção Revista Inclusão:Brasília:MEC,V.S,2010.p.46-67.

Segundo a autora DAMÁZIO P.47.Existe uma disputa epistemológica entre os gestualistas e os oralistas.Enquanto as discussões ficam centradas na aceitação de uma língua ou de outra,as pessoas com surdez não têm o seu potencial individual e coletivo desenvolvido,ficando assim secundarizadas e descontextualizadas das relações sociais das quais fazem,muitas vezes as condições das pessoas com surdez são excludentes.A nova Política  de Educação no Brasil possibilita uma perspectiva de Inclusão de todos,incluindo dessa forma todas as pessoas com a sua deficiência específica,neste ponto entra uma nova Política de Educação Especial Inclusiva,principalmente para pessoas com surdez no ambiente escolar e nas práticas sociais.Mesmo com a direção de constituir efetivamente a inclusão de PS nas escolas públicas,no ambiente escolar atual o ensino para as pessoas com surdez não está conseguindo obter resultados satisfatórios como defende a autora no seu texto  ela cita que ...não legitimamos os estudos que têm defendido os marcadores identitários dos surdos ;cultura surda,identidade surda,línguas surdas e sujeito surdo,os quais vivem uma situação de opressão pelos seus oponentes os ouvintes dominadores.A pessoa com surdez não é um deficiente,pois ele não o é,mas tem perda sensorial auditiva,ou seja,possui surdez,o que a limita biologicamente para essa função perceptiva mas por outro,há toda uma potencialidade do corpo biológico humano e da mente cognitiva que canalizam e integram os outros processos perceptuais,ou seja,tornando essa pessoa capaz de atuar em qualquer área da vida social sendo um ser de consciência,pensamento e linguagem.É neste seguimento que a autora DAMÁZIO trata diversas abordagens ao mundo das pessoas com surdez e traz as formas de direcionar os estudos destas pessoas nas unidades escolares públicas,como se deve se dá os atendimentos de AEE,quais os profissionais deve ensinar a este público alvo,existe politicas públicas sim mas tem que também existir pessoas comprometidas nesse desafio que atuar com pessoas que precisam de diferentes contextos para potencializar suas capacidades individuais.Segundo a autora DAMÁZIO P.47.Existe uma disputa epistemológica entre os gestualistas e os oralistas.Enquanto as discussões ficam centradas na aceitação de uma língua ou de outra,as pessoas com surdez não têm o seu potencial individual e coletivo desenvolvido,ficando assim secundarizadas e descontextualizadas das relações sociais das quais fazem,muitas vezes as condições das pessoas com surdez são excludentes.A nova Política  de Educação no Brasil possibilita uma perspectiva de Inclusão de todos,incluindo dessa forma todas as pessoas com a sua deficiência específica,neste ponto entra uma nova Política de Educação Especial Inclusiva,principalmente para pessoas com surdez no ambiente escolar e nas práticas sociais.Mesmo com a direção de constituir efetivamente a inclusão de PS nas escolas públicas,no ambiente escolar atual o ensino para as pessoas com surdez não está conseguindo obter resultados satisfatórios como defende a autora no seu texto  ela cita que ...não legitimamos os estudos que têm defendido os marcadores identitários dos surdos ;cultura surda,identidade surda,línguas surdas e sujeito surdo,os quais vivem uma situação de opressão pelos seus oponentes os ouvintes dominadores.A pessoa com surdez não é um deficiente,pois ele não o é,mas tem perda sensorial auditiva,ou seja,possui surdez,o que a limita biologicamente para essa função perceptiva mas por outro,há toda uma potencialidade do corpo biológico humano e da mente cognitiva que canalizam e integram os outros processos perceptuais,ou seja,tornando essa pessoa capaz de atuar em qualquer área da vida social sendo um ser de consciência,pensamento e linguagem.É neste seguimento que a autora DAMÁZIO trata diversas abordagens ao mundo das pessoas com surdez e traz as formas de direcionar os estudos destas pessoas nas unidades escolares públicas,como se deve se dá os atendimentos de AEE,quais os profissionais deve ensinar a este público alvo,existe politicas públicas sim mas tem que também existir pessoas comprometidas nesse desafio que atuar com pessoas que precisam de diferentes contextos para potencializar suas capacidades individuais.

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