Segundo a autora DAMÁZIO P.47.Existe
uma disputa epistemológica entre os gestualistas e os oralistas.Enquanto as
discussões ficam centradas na aceitação de uma língua ou de outra,as pessoas
com surdez não têm o seu potencial individual e coletivo desenvolvido,ficando
assim secundarizadas e descontextualizadas das relações sociais das quais
fazem,muitas vezes as condições das pessoas com surdez são excludentes.A nova
Política de Educação no Brasil
possibilita uma perspectiva de Inclusão de todos,incluindo dessa forma todas as
pessoas com a sua deficiência específica,neste ponto entra uma nova Política de
Educação Especial Inclusiva,principalmente para pessoas com surdez no ambiente
escolar e nas práticas sociais.Mesmo com a direção de constituir efetivamente a
inclusão de PS nas escolas públicas,no ambiente escolar atual o ensino para as
pessoas com surdez não está conseguindo obter resultados satisfatórios como
defende a autora no seu texto ela cita
que ...não legitimamos os estudos que têm defendido os marcadores identitários
dos surdos ;cultura surda,identidade surda,línguas surdas e sujeito surdo,os
quais vivem uma situação de opressão pelos seus oponentes os ouvintes
dominadores.A pessoa com surdez não é um deficiente,pois ele não o é,mas tem perda
sensorial auditiva,ou seja,possui surdez,o que a limita biologicamente para
essa função perceptiva mas por outro,há toda uma potencialidade do corpo
biológico humano e da mente cognitiva que canalizam e integram os outros
processos perceptuais,ou seja,tornando essa pessoa capaz de atuar em qualquer
área da vida social sendo um ser de consciência,pensamento e linguagem.É neste
seguimento que a autora DAMÁZIO trata diversas abordagens ao mundo das pessoas
com surdez e traz as formas de direcionar os estudos destas pessoas nas
unidades escolares públicas,como se deve se dá os atendimentos de AEE,quais os
profissionais deve ensinar a este público alvo,existe politicas públicas sim
mas tem que também existir pessoas comprometidas nesse desafio que atuar com pessoas
que precisam de diferentes contextos para potencializar suas capacidades
individuais. Segundo a autora DAMÁZIO P.47.Existe
uma disputa epistemológica entre os gestualistas e os oralistas.Enquanto as
discussões ficam centradas na aceitação de uma língua ou de outra,as pessoas
com surdez não têm o seu potencial individual e coletivo desenvolvido,ficando
assim secundarizadas e descontextualizadas das relações sociais das quais
fazem,muitas vezes as condições das pessoas com surdez são excludentes.A nova
Política de Educação no Brasil
possibilita uma perspectiva de Inclusão de todos,incluindo dessa forma todas as
pessoas com a sua deficiência específica,neste ponto entra uma nova Política de
Educação Especial Inclusiva,principalmente para pessoas com surdez no ambiente
escolar e nas práticas sociais.Mesmo com a direção de constituir efetivamente a
inclusão de PS nas escolas públicas,no ambiente escolar atual o ensino para as
pessoas com surdez não está conseguindo obter resultados satisfatórios como
defende a autora no seu texto ela cita
que ...não legitimamos os estudos que têm defendido os marcadores identitários
dos surdos ;cultura surda,identidade surda,línguas surdas e sujeito surdo,os
quais vivem uma situação de opressão pelos seus oponentes os ouvintes
dominadores.A pessoa com surdez não é um deficiente,pois ele não o é,mas tem perda
sensorial auditiva,ou seja,possui surdez,o que a limita biologicamente para
essa função perceptiva mas por outro,há toda uma potencialidade do corpo
biológico humano e da mente cognitiva que canalizam e integram os outros
processos perceptuais,ou seja,tornando essa pessoa capaz de atuar em qualquer
área da vida social sendo um ser de consciência,pensamento e linguagem.É neste
seguimento que a autora DAMÁZIO trata diversas abordagens ao mundo das pessoas
com surdez e traz as formas de direcionar os estudos destas pessoas nas
unidades escolares públicas,como se deve se dá os atendimentos de AEE,quais os
profissionais deve ensinar a este público alvo,existe politicas públicas sim
mas tem que também existir pessoas comprometidas nesse desafio que atuar com pessoas
que precisam de diferentes contextos para potencializar suas capacidades
individuais.
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