quarta-feira, 16 de julho de 2014
AEE Reflexão
O texto apresentado para a reflexão "O modelo dos modelos" do autor Italo Calvino traz para o nosso hábito de refletir sobre nossa prática pedagógica seja ela em sala de aula regular ou em SRM no contexto escolar como um todo, tentar compreender a busca pela perfeição só é belo aquilo que aos olhos das pessoas é perfeito nos mínimos detalhes,partindo daí a exclusão que se faz presente até os dias de hoje,a não aceitação do que é diferente do tido como normal e modelo a ser seguido e representado como regra correta por uma sociedade excludente e omissa em diversos contextos.Por esses aspectos lidamos com tanta dificuldade para realizar a inclusão nas unidades escolares,tanto nas públicas como nas particulares,pois nesse campo as atitudes atitudinais se fazem presente indiferente do sócio econômico das famílias que possuem alguma pessoa com qualquer deficiências tendo ainda aquelas que preferem esconder do que mostrar em público.A nossa missão como educador e conhecedor dos direitos das pessoas com deficiência das leis e diretrizes que regem e asseguram todos os mesmos indiferente de classe social,raça ou credo se faz necessário que estejamos sempre preparados para lidar com situações adversas no nosso ambiente de trabalho,buscando solucionar os problemas advindos desse público alvo.O nosso papel é mostrar para os demais que as pessoas com diferença é um ser humano com sentimentos, anseios,e,capaz de aprender e ensinar muitas coisas que nós jugamos saber ou até nos sentimos melhores,a vida é uma constante aprendizagem e somos produto do meio sempre em transformação,ajudando a melhorar os conflitos existentes em nosso meio.
segunda-feira, 9 de junho de 2014
Autismo é o termo utilizado para as pessoas que possuem transtornos de desenvolvimento do cérebro também denominado Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD).Atualmente a nomeclatura é Transtorno do Espectro do Autismo (TEA).O Transtorno é um distúrbio do desenvolvimento neurológico podendo ser apresentado nos primeiros meses do bebê ou nos primeiros anos de vida,a mãe ou o responsável vai perceber as alterações ao longo do contato físico e posteriormente na comunicação falada,esta síndrome é uma incógnita no âmbito clínico e principalmente no campo acadêmico pois os avanços se dão por meio de médicos os quais que se dedicam nesta área de estudo como no campo pedagógico no caso nós professores de SRM e perpassa entre os dois citados, o vínculo familiar que é o elo entre eles o clínico e o pedagógico ambos caminham buscando respostas para poderem potencializar as pessoas (crianças,adolescentes e jovens) que apresentam TEA ,melhorando seu desenvolvimento na sua vida diária.
domingo, 23 de março de 2014
RESUMO;DAMÁZIO,M.F.M;FERREIRA,J.Educação Escolar de Pessoas com Surdez-Atendimento Educacional Especializado em Construção Revista Inclusão:Brasília:MEC,V.S,2010.p.46-67.
Segundo a autora DAMÁZIO P.47.Existe
uma disputa epistemológica entre os gestualistas e os oralistas.Enquanto as
discussões ficam centradas na aceitação de uma língua ou de outra,as pessoas
com surdez não têm o seu potencial individual e coletivo desenvolvido,ficando
assim secundarizadas e descontextualizadas das relações sociais das quais
fazem,muitas vezes as condições das pessoas com surdez são excludentes.A nova
Política de Educação no Brasil
possibilita uma perspectiva de Inclusão de todos,incluindo dessa forma todas as
pessoas com a sua deficiência específica,neste ponto entra uma nova Política de
Educação Especial Inclusiva,principalmente para pessoas com surdez no ambiente
escolar e nas práticas sociais.Mesmo com a direção de constituir efetivamente a
inclusão de PS nas escolas públicas,no ambiente escolar atual o ensino para as
pessoas com surdez não está conseguindo obter resultados satisfatórios como
defende a autora no seu texto ela cita
que ...não legitimamos os estudos que têm defendido os marcadores identitários
dos surdos ;cultura surda,identidade surda,línguas surdas e sujeito surdo,os
quais vivem uma situação de opressão pelos seus oponentes os ouvintes
dominadores.A pessoa com surdez não é um deficiente,pois ele não o é,mas tem perda
sensorial auditiva,ou seja,possui surdez,o que a limita biologicamente para
essa função perceptiva mas por outro,há toda uma potencialidade do corpo
biológico humano e da mente cognitiva que canalizam e integram os outros
processos perceptuais,ou seja,tornando essa pessoa capaz de atuar em qualquer
área da vida social sendo um ser de consciência,pensamento e linguagem.É neste
seguimento que a autora DAMÁZIO trata diversas abordagens ao mundo das pessoas
com surdez e traz as formas de direcionar os estudos destas pessoas nas
unidades escolares públicas,como se deve se dá os atendimentos de AEE,quais os
profissionais deve ensinar a este público alvo,existe politicas públicas sim
mas tem que também existir pessoas comprometidas nesse desafio que atuar com pessoas
que precisam de diferentes contextos para potencializar suas capacidades
individuais. Segundo a autora DAMÁZIO P.47.Existe
uma disputa epistemológica entre os gestualistas e os oralistas.Enquanto as
discussões ficam centradas na aceitação de uma língua ou de outra,as pessoas
com surdez não têm o seu potencial individual e coletivo desenvolvido,ficando
assim secundarizadas e descontextualizadas das relações sociais das quais
fazem,muitas vezes as condições das pessoas com surdez são excludentes.A nova
Política de Educação no Brasil
possibilita uma perspectiva de Inclusão de todos,incluindo dessa forma todas as
pessoas com a sua deficiência específica,neste ponto entra uma nova Política de
Educação Especial Inclusiva,principalmente para pessoas com surdez no ambiente
escolar e nas práticas sociais.Mesmo com a direção de constituir efetivamente a
inclusão de PS nas escolas públicas,no ambiente escolar atual o ensino para as
pessoas com surdez não está conseguindo obter resultados satisfatórios como
defende a autora no seu texto ela cita
que ...não legitimamos os estudos que têm defendido os marcadores identitários
dos surdos ;cultura surda,identidade surda,línguas surdas e sujeito surdo,os
quais vivem uma situação de opressão pelos seus oponentes os ouvintes
dominadores.A pessoa com surdez não é um deficiente,pois ele não o é,mas tem perda
sensorial auditiva,ou seja,possui surdez,o que a limita biologicamente para
essa função perceptiva mas por outro,há toda uma potencialidade do corpo
biológico humano e da mente cognitiva que canalizam e integram os outros
processos perceptuais,ou seja,tornando essa pessoa capaz de atuar em qualquer
área da vida social sendo um ser de consciência,pensamento e linguagem.É neste
seguimento que a autora DAMÁZIO trata diversas abordagens ao mundo das pessoas
com surdez e traz as formas de direcionar os estudos destas pessoas nas
unidades escolares públicas,como se deve se dá os atendimentos de AEE,quais os
profissionais deve ensinar a este público alvo,existe politicas públicas sim
mas tem que também existir pessoas comprometidas nesse desafio que atuar com pessoas
que precisam de diferentes contextos para potencializar suas capacidades
individuais.
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